| Uma
Abordagem Estruturada para Implantação de Projetos
de "Commodities Ambientais"
O presente
documento é resultado do "Curso Introdutório
Para Capacitação dos Economistas em Projetos
Econômico-Financeiros Para o Mercado de Commodities
Ambientais", promovido pelo Sindicato dos Economistas
no Estado de São Paulo com apoio da Ordem dos Economistas
de São Paulo e parceria do Projeto Comunidade CES-CTA
(Centro de Estudos Ambientais da Flórida USA,
fundado em julho de 1994, pelos Reitores do Sistema Universitário
do Estado da Flórida, e Consultant, Trader and Adviser),
e tem o objetivo sugerir um roteiro para projetos de commodities
ambientais (CAs).
Retrata
as discussões, idéias e propostas apresentadas
pelos participantes para a formulação de um
roteiro para o desenvolvimento, elaboração e
implantação de projetos de commodities ambientais,
apresentando, sobretudo, importantes e necessárias
mudanças aos usuais conceitos amplamente adotados para
análise e desenvolvimento de projetos, bem como para
produção e comercialização das
commodities ambientais.
Uma abordagem
que reflita a preocupação com o resgate social,
o manejo sustentável e as matrizes ambientais envolvidas
em todas as etapas de geração de commodities
ambientais; a adaptação da linguagem técnica
usual para uma cujo entendimento seja mais ampla; uma definição
de escala compatível com o meio ambiente e o próprio
mercado; além da agregação contínua
de novos parceiros e interesses; tornam os projetos de commodities
ambientais, projetos considerados mutantes, o que gera a necessidade
de estruturação e monitoramento rígido,
e totalmente participativo.
O desenvolvimento
de um novo modelo macroeconômico sob a plataforma de
commodities ambientais, associado à mudança
do paradigma econômico atual, pauta-se pela constituição
de vários projetos microeconômicos mutantes que
se integrarão numa dinâmica de programas e subprojetos
complementares levando em consideração por um
lado a parametrização e a normatização
sob o novo paradigma econômico de crescimento e desenvolvimento
de uma sociedade digna, ética e participativa.
A unidade
está na formação da entidade de coordenação
formada por uma equipe multidisciplinar em conjunto c/ o líder
comunitário. A equipe gerenciará as principais
fases do projeto de commodities ambientais, respeitando as
características de começo e fim; unicidade e
porte.
Tais projetos
serão aprovados nos Fóruns BECE (Bolsa Brasileira
de Commodities Ambientais) sob o apoio dos CTAs e financiada
por recursos públicos, privados, nacionais e/ou internacionais.
Em termos
macro e microeconômicos, os projetos estarão
integrados na direção da reprodução
das 7 matrizes ambientais (água, madeira, minério,
biodiversidade, energia, reciclagem e controle de emissão
de poluentes água/solo/ar ) com a inclusão
de todos os seres humanos nos processos de geração
de negócios englobando o governo como o fomentador
.
Reverter
o padrão de crescimento e desenvolvimento econômico
de maneira a valorizar o trabalho humano em novos moldes permitindo
assim a inserção dos atuais excluídos;
e a transformar os recursos naturais em ativos, partindo da
transmutação e harmonização dos
comportamentos organizacionais. Identifica-se como uma meta
a ser traçada.
Dentre
os riscos ao desenvolvimento dos projetos de commodities ambientais,
encontramos a intolerância das diversidades culturais,
a não permissão ao direito à felicidade
de muitos excluídos via o uso da violência ao
impor regras e normas aos antigos paradigmas, a manutenção
do valor máximo do dinheiro e o poder centralizador
como formação do comportamento humano, entre
outros.
Deve ser
dada atenção ao todo dos projetos, desde a fase
inicial (ante-projeto), considerando o conceito diferencial
que rege as commodities ambientais, ou seja, o beneficio da
comunidade local promovendo o desenvolvimento diferenciado
respeitando as peculiaridades históricas, culturais,
antropológicas e socioambientais, além de seus
anseios futuros, até sua completa implementação
e operacionalização, não menosprezando,
ainda, o seu necessário e contínuo monitoramento.
O Projeto
de Commodities Ambientais reflete a necessidade de se planejar
e estruturar projetos de produção sustentável,
onde o ponto de partida volta-se ao respeito a comunidade
como valor importante para orientar o comportamento e a atitude
dos participantes, assim cumprindo o seu principal objetivo
que é o de inserir a população ou comunidade
no sistema econômico de forma saudável e duradouro,
tendo como principal característica a reinversão
das receitas nas próprias comunidades integrantes do
processo/projeto.
PLANO
DE TRABALHO
A.
IDENTIFICAÇÃO DA COMUNIDADE
1-
LOCALIZAÇÃO
Situação
geográfica
2-
ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS
Levantamento
de dados históricos e culturais objetivando traçar
objetivos e limites para o resgate e a manutenção
dos traços característicos do povo nativo
3-
INVENTARIO SOCIO ECONOMICO AMBIENTAL
Não
só nos aspectos clássicos, mas identificando
e metrificando aspectos econômicos, humanos e ambientais.
4-
POTENCIALIDADES/VOCAÇÃO ECONÔMICA/ASPIRAÇÕES
E SONHOS
Criar
riqueza social. Inserir as matrizes no contexto geral. Uso
adequado das potencialidades sob o manto conceitual das commodities
ambientais. Enquadramento/Identificação das
matrizes ambientais. Pensar no menor custo e maior benefício
5-
PROSPECÇÃO DE COMUNIDADE
Ação
coletiva que emerge da elevação do grau de conscientização
sócio ecológica com a identificação
dos excluídos e seu relacionamento com os riscos ambientais.
6-
COMPROMETIMENTO DA COMUNIDADE
É
o projeto da comunidade que em ato formal se dispõe
a congregar esforços que nem sempre é isento
de sacrifícios eventuais. Trabalho integrado e honesto.
Preservação e resgate da identidade natural.
Sustentabilidade.
7-
IDENTIFICAÇÃO DAS LIDERANÇAS
Diferenciar
entre exploradores das comunidades dos que efetivamente querem
fazer uma diferença em beneficio da mesma. Organizar
grupos na comunidade para discutir os assuntos de interesse.
Organizar lideranças suficientemente comprometidas
(lideranças naturais ). Ter em vista o que a comunidade
precisa (âmbitos social/econômico/ambiental)
8-
IDENTIFICAÇÃO DE TECNOLOGIAS E TREINAMENTOS
Processos
produtivos que melhorem o meio ambiente em todos seus aspectos
e criem condições de evolução
dos seus agentes. Capacitação dos indivíduos
na gestão e deliberação de suas vidas
9-
AVALIAÇÃO LOGISTICA
Poder
efetivamente entregar ao mercado com perfeita identificação
de origem, qualidade e garantia de beneficio aos excluídos
objetos do projeto.
10-
ANTE-PROJETO
Execução
do ante-projeto diante dos dados levantados.
B.
PROJETO
1.
LOCALIZAÇÃO
Situação
geográfica
2.
OBJETIVO DO PROJETO
Sumario
da produção a ser alcançada em termos
econômicos sociais e ecológicos, tendo como princípios
os conceitos das commodities ambientais.
3.
DA COMUNIDADE
Objeto
e propósito principal do projeto sua situação
atual e suas expectativas medidas com parâmetros econológicos.
Utilizar-se de todos os dados referentes à comunidade
já levantados inicialmente.
4.
PROCESSO DE PRODUÇÃO
Caracterização
do Produto; Descrição do processo; Cadeia Produtiva;
Tecnologia
5.
MERCADO
Potencialidade/Quantificação/Área
Abrangida; Análise da Concorrência; Canais de
Comercialização; Logística; Pontos Fortes
e Fracos/Estratégias de Marketing.
6.
ANÁLISE DE INVESTIMENTOS/RECURSOS
Instalações;
Equipamentos; Infraestrutura (água, energia, materiais);
Capital de giro; Mão de obra; Treinamentos
7.
ANALISE ECONOMICO-FINANCEIRA
Fundamentalmente
analise do fluxo de caixa do projeto em sua implantação
e operação tendo com propósito estabelecer
sua auto suficiência. Evidenciar, pelo menos, a sustentabilidade
operacional do Projeto. Documentos complementares:
- Cronograma
físico-financeiro
- projeções
de receitas e despesas
- usos
e fontes dos recursos
- demonstrações
financeiras
8. ANALISE
ECONOLÓGICA (SOCIAL/ECONÔMICA/AMBIENTAL)
De acordo
com a comunidade demonstrar analiticamente quais os benefícios
sociais a serem atingidos e sua metrificação
de forma a possibilitar no futuro a analise de seus objetivos
e metas; Analise do impacto ambiental de beneficio do projeto.
- Variação
do IDH Índice de Desenvolvimento Humano: Expectativa
de vida, índice de alfabetização e
renda per capita
- Lazer
e Cultura resgate cultural p/ incrementar a auto-estima
e a identificação da comunidade
- Análise
das 7 matrizes (água, energia, madeira, minério,
biodiversidade, reciclagem e emissão de poluentes
água/ar/solo )
- Impacto
ambiental / manejo sustentável (socialmente justo,
economicamente viável e ambientalmente correto)
- Atendimento
da Certificação
- Balanço
econômico final (custo de não fazer)
9. ASPECTOS
LEGAIS
Analise
preventiva dos aspectos legais das relações
entre os membros da comunidade por seus compromisso e direitos
e em relação a terceiros e o Estado.
- Aspectos
Tributários e Fiscais
10. DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADES
Organização,
responsabilidade e competências dos membros da comunidade
organizada.
Coordenação
Equipe
técnica de elaboração do projeto
Certificação
Monitoramento
(econômico-financeiro; ambiental; gestão; aspectos
legais)
11.
DEFINIÇÃO DOS CONTROLES INTERNOS
Procedimentos
de contabilidade e divulgação de informação,
procedimentos executivos e níveis de autonomia dos
gestores do projeto e definição de fiscalização.
\n';
document.write(barra);
}
}
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12.
HABILITAÇÃO DOS REPONSAVEIS PELO PROJETO
Profissionais
devidamente habilitados deverão ser responsáveis
pelos aspectos formais do projeto e de sua implantação.
As habilitações serão discutidas nos
Fóruns BECE.
13.
ATA FORMAL DE ADESÃO AO PROJETO PELA COMUNIDADE
O projeto
na sua forma final devera ser aprovado formalmente por todos
membros da comunidade pessoalmente.
14.
ANEXOS
C.
APROVAÇÃO DO PROJETO PELO FORUM
1.
ANALISE DE COMPETENCIA JURISDICIONAL
Dependendo
de como se organizarão os "Fóruns BECE"
(discussões em andamento), o projeto submetido para
aprovação por aquele que for o mais adequado.
2.
ANALISE DE ENQUADRAMENTO
O projeto
devera ser testado quanto a seu enquadramento em relação
as 7 matrizes, atendimento de excluídos e auto sustentabilidade
regido pelo conceito de commodities ambientais.
3.
AVALIAÇÃO DE CONFLITOS COM PROJETOS CONCORRECIAIS
Cabe ao
"Fórum BECE" priorizar projetos que conflitam
numa mesma região podendo sugerir a consolidação
dos conflitantes ou alterações necessárias.
4.
APROVAÇÃO
A aprovação
se dará pelos membros integrantes dos "Fóruns
BECE"
D.
OBTENÇÃO DE RECURSOS E PARCERIAS
1.
PROSPECÇÃO DE PROVEDORES
Os provedores
do projeto são os agentes externos e/ou internos à
comunidade beneficiária que fornecem os recurso de
capital e de caixa para execução do projeto.
a)
DE FUNDOS PARA INVESTIMENTO
São
quem participa do projeto fornecendo recursos ou bens de Capital
que forma a estrutura física do projeto.
b)
FORNECEDORES DE INSUMOS
Aqueles
que participam do projeto fornecendo recursos ou bens e serviços
de consumo.
c)
DE COMPRADORES
São
quem participa do projeto adquirindo de forma sistemática
os produtos da Comunidade em conformidade com o projeto.
2.
ANALISE DA MATRIZ DE PROVEDORES
Esta analise
tem o propósito de estabelecer a segurança de
fundos para o projeto e ao mesmo tempo de independência
de interesse externos.
O conjunto
de provedores devera ser de no mínimo três sendo
que nenhum devera se comprometer com mais do que um terço
do projeto.
Devera
se estabelecer o critério de equivalência entre
provedores de capital, os de insumos e os compradores.
3. BENEFICIOS AOS PROVEDORES
a)
CERTIFICAÇÃO
A Certificação
é a forma atual de identificar uma Entidade com uma
ação de interesse publico de forma a criar prestigio
para o certificado.
b)
DIVULGAÇÃO
Só
se materializa o beneficio da certificação se
o "Certificado" tiver por si só prestigio
e reconhecimento. É importante, portanto que exista
uma divulgação institucional adequada e continuada
dos benefícios gerados pelos certificados.
c)
CUSTOS SOCIAIS/ECONÔMICOS/AMBIENTAIS
A minimização
dos custos sociais se refletem diretamente (quanto custa não
fazer...). Também a manutenção da disponibilidade
de recursos/insumos para a produção tornam-se
benefícios diretos.
4.
NIVEL DE RESPONSABILIDADE DOS PROVEDORES
Não
basta prover é preciso participar. Certificados devem
de modo adequado se envolver e fiscalizar o projeto de forma
a se garantir de que efetivamente existe o beneficio pretendido
e também como agente de mudança na comunidade
com a disseminação de sua "expertise".
5.
CONTRATAÇÃO FORMAL
A relação
dos provedores com o projeto não é meramente
econômico financeiro. Em sendo assim a formalização
contratual deve ser criteriosa e reconhecer os aspetos sociais
e ambientais envolvidos. A solução de conflitos
devera ser estabelecida na forma de arbitragem, tendo como
arbitro os "Fóruns BECE".
E.
IMPLANTAÇÃO E CONTROLE
1.
ESTRUTURA
a)
ASSEMBLEIA DA COMUNIDADE
b)
COMITE GESTOR
c)
GERENCIA EXECUTIVA
2.
EXECUÇÃO
a)
PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTARIA
b)
ATRIBUIÇÃO DE RESPONSABILIDADES
3.
CONTROLE
4.
CONTABILIDADE
a)
AUDITORIAb) PUBLICAÇÃO DOS RESULTADOS
Roteiro
de Projeto Commodities Ambientais: Documentação
1 -
Entidade Promotora do Projeto Commodities Ambientais
1.1-
Dados cadastrais da Entidade Contratante
1.2-
Qualificação Jurídica da Entidade (Ato
Constitutivo)
1.3-
Administração da Entidade (Dirigentes e Responsáveis)
1.4-
Entidades Coligadas / Controladas (Parcerias)
1.5-
Curriculum Vitae dos Administradores da Entidade
1.6-
Estrutura Organizacional da Entidade priorizando a ética,
a legitimidade e a credibilidade das pessoas
2 -
Apresentação da Conceituação de
Commodities Ambientais
2.1-
Conscientização da necessidade do resgate
social (Diagrama de Berna)
2.2-
Conscientização da necessidade da reprodução
das 7 matrizes para a sobrevivência da humanidade
2.3-
Diferenciação entre ecommodities e commodities
ambientais
2.4-
Ativos da organização
2.5-
Papel estratégico de aproximação das
organizações para sucesso do projeto
3 - Caracterização do projeto de Commodities
Ambientais
3.1-
Descrição detalhada do Projeto Objetivos
(Memorial Descritivo Abordagem Econômica, Social
e Ambiental )
3.2-
Detalhamento das etapas do Projeto Planejamento de
desenvolvimento de vários itens dinâmicos de
qualificações, conhecimento, ferramentas,
metodologia, técnicas sob o trinômico sagrado
de gestão de projetos : qualidade, custo e tempo.
3.3-
Parceiros do Projeto nos programas e nos subprojetos
para a integração dos conhecimentos da Gestão
de Projeto.
3.4-
Produto ou Produtos Finais do Projeto As Commoditeis
Ambientais
3.5-
Enquadramento do projeto de commodities ambientais na Cadeia
Produtiva tradicional
3.6-
Enquadramento do projeto nas 7 matrizes (cruzamento)
3.7-
Foco do inventário e da identificação
de entidades representativas e envolvimento no projeto às
outras entidades que interagem c/ o projeto, tais como dos
ambientalistas, dos direitos humanos e da cidadania corporativa
3.8-
Legislação Ambiental
3.9
- Legislação dos Direitos humanos
3.10
- Apresentação, Considerações
e Características quanto aos valores e crenças
culturais das comunidades envolvidas costumes regionais,
fatores religiosos e morais
3.11
- Normas econômicas ampliando o conceito de lucro
além da diferença entre receita e custo
4 -
Dados da produção do projeto
4.1
- Dados de Produção por Produto (quantidade
/ produtividade c/ critério de eficiência segundo
o tempo biológico das matrizes em questão)
4.2
- Ativos e Equipamentos do Projeto (interligação
entre capital, trabalho e tecnologia)
4.3
- Custos Operacionais do Projeto (Implantação
e Manutenção por fases)
4.4
- Estruturação Analítica de Desenvolvimento
do Projeto (Análise e Definições, Desenvolvimento
e Implantação)
4.5
- Cronograma de Execução das atividades (Considerações
de cada fase e suas procedências)
4.7
- Matriz de Responsabilidades do Projeto (identificação,
envolvimento e comprometimento das pessoas)
4.8
- Alocação de recursos humanos e financeiros
(conforme as atividades em questão)
4.9
- Tecnologia a ser empregada (Detalhamento / Treinamento
/ Comunicação)
4.10
- Insumos do projeto (Uso e comprometimento c/ reposição
e reprodução)
4.11
- Tamanho do Mercado Consumidor / Dimensionamento do Projeto
/ Capacidade Instalada
5 -
Apresentação da Comunidade / Oportunidade de
Negócios / Parcerias (Localização, Dados,
Impactos Sociais e Econológicos do Projeto)
5.1
- Localização do Projeto (Física e
Coordenadas)
5.2
- Planta de Localização
5.3
- Planta do Projeto Mutante: prospecção da
comunidade (ação coletiva que emerge da elevação
do grau de conscientização sócio ecológica
com a identificação dos excluídos e
seu relacionamento com os riscos ambientais). Identificação
das lideranças (diferenciar os que efetivamente querem
fazer uma diferença em benefício da mesma).
5.4
- Ocupações e Empregos diretos gerados c/
o projeto (Renda direta)
5.5
- Ocupações e Empregos indiretos gerados c/
o projeto (Renda indireta)
5.6
- Balanço social projetado (Efeitos positivos do
projeto na sociedade em termos de vantagens competitivas
e bônus à cidadania)
5.7
- Impactos Ambientais do projeto (Especificação
Detalhada dos Controles de produção
da extração dos insumos ao descarte final
)
5.8
- Impactos Sociais do projeto (Tratamento adequado dos "excluídos"
por meio da geração de negócios lucrativos
onde as receitas são retroinvertidas)
5.9
- Inventário sócio econômico da comunidade
(aspectos ambientais e humanos)
5.10
- Impactos Econômicos do Projeto (Redução
da desigualdade na distribuição de renda)
5.11
- Identificação de Tecnologias e treinamento
(capacitação das habilidades na gestão,
produção, comercialização e
monitoramento dos processos)
5.12
- Comprometimento da Comunidade projeto da comunidade
em ato formal que se dispõe a congregar esforços
que nem sempre está isento de sacrifícios
individuais
6 -
Mercado para o Produto
6.1-
Dimensionar a potencialidade do mercado consumidor, concorrente,
fornecedor e parceiro
6.2
- Tamanho do Mercado Consumidor efetivo
6.3
-Estrutura do Mercado (pontos fortes e fracos)
6.4
- Projetos "Concorrentes" (Análise da "Concorrência"
e seu impacto no projeto). Em curto prazo serão concorrentes
na concepção tradicional e terão possíveis
impactos negativos. Em prazos mais longos serão complementares
e dependentes e seus impactos positivos .
7 -
Plano de Implantação do Projeto
7.1
- Planejamento amplo, dinâmico, adaptativo (Realizado
por pessoas que irão executá-lo)
7.2
- Cronograma de aplicação dos recursos necessários
7.3
- Plano de controle (tais como: processo de monitoramento,
avaliação e comparação de resultados
planejados c/ os resultados realizados para posicionar o
projeto quanto ao prazo, custo e qualidade observando
os conceitos propostos)
7.4
- Plano de comprometimento de resultado do projeto da comunidade
7.5
- Programa de Treinamento e Capacitação do
pessoal envolvido (comprometido c/ o projeto)
7.6
- Plano de Trabalho com as comunidades (Programas de Ação
sob a base do diálogo e o respeito à diversidade
cultural, étnica, religiosa e de costumes)
7.7
- Coordenação do Projeto (União do
líder da comunidade c/ o especialista c/ visão
holística c/ atitude criativa, participativa e integradora)
7.8
-Sistema de punição ao não cumprimento
da ética, legitimidade e credibilidade do projeto
8 -
Marketing / Comercialização / Critérios
de Certificação / Análise Econológica
8.1
- Estratégia de Marketing do Projeto e do Produto
(Institucional)
8.2
-Sistema de Comercialização do Produto
8.3
-Logística / Distribuição da produção
ao consumidor
8.4
- Projeção de fornecimento do produto
9 - Dados Econômicos do Projeto
9.1
- Quadro do Recurso Humanos, Financeiros e Ambientais
9.2
- Quadro de Fontes de Recursos (necessários e disponíveis)
9.3
- Alternativas de uso de recursos
9.4
- Fluxo de caixa projetado
10 - Demonstrativo e Viabilidade do Projeto
10.1
-Títulos de commodities ambientais à serem
colocados nos mercados futuros e de capitais
10.2
- Mecanismos de captação de recursos financeiros
tecnologia de contabilização
11- Aprovação do projeto pelo Fórum
11.1
- Análise de Competência jurisdicional : dependendo
de como se organizarão os fóruns, o projeto
será submetido à aprovação pelos
especialistas generalistas adequado à decisão
da comunidade
11.2
- Análise de Enquadramento econológico : em
sumário, o projeto deverá ser atestado quanto
a seu enquadramento em relação ao conceito
das commodities ambientais, às 7 matrizes, atendendo
os excluídos, o manejo sustentável, economicamente
viável, socialmente justo; pois permitirá
a inclusão social, ambientalmente sustentável,
politicamente participativo e
\n';
document.write(barra);
}
}
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integrador.
11.3
- Avaliação de conflitos de interesses : abrir
portas para o diálogo, a comunicação
para se atingir a negociação c/ o fim da resolução
a caminho da cooperação na construção
das organizações nos novos moldes de paradigmas
econômicos
11.4
- Aprovação : consenso da maioria dos representantes
dos diversos interesses a serem realizadas nos Fóruns
municipais, estaduais e nacionais na persistência
de resolução e cooperação
Equipe
Coordenadora "Multidisciplinar" dos trabalhos:
Osvaldo
Contador Júnior, Economista, Consultor de Empresas
e Analista de Negócios, Consultor SAP/SD-ERP - Sistemas
de Informação, Professor e Ex.Coordenador das
Faculdades Integradas de Jaú e-mail: osvaldo.contador@uol.com.br
Kensabulo
Sato - Economista e Eletrotécnico, experiência
em empresas petroquímicas e de energia elétrica,
nas áreas de controladoria de gestão, análise
econômico-financeira e estudo de mercado. Auditor do
TCM-SP e-mail: ken-sato@bol.com.br
Pung Dutina
- Economista graduada pela Unicamp, experiência em empreendimento
e gestão de empresa de pequeno porte, cursa especialização
em gestão de recursos humanos pela Faculdade Italo
Brasileira e-mail: dutina@iweb.com.br
Evandro
Roberto Tagliaferro, Engenheiro Civil graduado pela Faculdade
de Engenharia de São José do Rio Preto, Suficiente
Investigador e Doutorando em Administración Empresarial
y Comercio Internacional pela Universidad de Extremadura -
España, conveniada ao Centro Universitário do
Norte Paulista - UNORP e ao Centro Internacional de Pós-Graduação
- CIPG e-mail: tagliaferro@westnet.com.br
Jaime
César de Moura Oliveira, advogado graduado pela Faculdade
de Direito do Largo São Francisco (USP) e especialista
em Direito Ambiental pela Universidade de São Paulo
(USP) e-mail: jaimemoura@tozzini.com.br
Os
relatores que compuseram a equipe:
João
Roberto Khalil, Economista formado pela Faculdade de Economia
São Luiz, Pós-graduado em Administração
de Empresas pela EASP-FGV, Curso de especialização
em finanças pelo IMD Lausanne Suíça.
Ex-Diretor financeiro de empresas multinacionais e nacionais
de grande porte e responsável por projetos agropecuários.
Consultor de Informática, Pecuarista e Pós-graduando
do curso de Gestão de Informação no Agronegocio
da Universidade de Juiz de Fora. e-mail: khalil@amcham.com.br
Ricardo
Scurzio, - Economista (PUC-SP); MBA-FIA-USP; Consultor; Gerente
de Projetos da G.A.P. - Gestão Ambiental Plena; Membro
do Comitê Técnico Científico do NIEGA
- Núcleo Internacional de Educação Global
e Gestão Ambiental; Membro Orientador do PROGESA -
Programa de Gestão Estratégica Socioambiental
Responsável (FIA-USP). e-mail: rscurzio@uol.com.br
Michele
Alcântara Bitenccurt, discente do curso de agronomia
nas Faculdades Integradas Cantareira - São Paulo, com
conhecimento na área de solos e especialização
em Meio Ambiente e-mail: mimibitencourt@zipmail.com.br
Participaram
da elaboração do presente documento:
|
TITULARIDADE
|
NOME
|
EMPRESA
|
|
Economista
|
André
Tsai Chuan Dong
|
Associação
Arvore da Vida
|
|
Economista
|
Antonio
Emilio de A. Mello
|
|
|
Economista
|
Antonio
Gomes de Oliveira Filho
|
Conselho
Pró-Turismo do Coneleste Paulista
|
|
Economista
|
Benigno
Justo Ares
|
BML
Serviços Financeiros S/C Ltda
|
|
Estudante/Agronomia
|
C
Roberto Leandro
|
HAD
Empreendimentos e Participações
|
|
Eng.
Agrônoma
|
Cintia
Rodrigues
|
Soc.
Brasileira de Silvicultura
|
|
Economista
|
Daniela
Cristina Manhani
|
Trivella
Investimentos
|
|
Economista
|
Dario
José Machado Ribeiro
|
|
|
Economista
|
Eduardo
Lucena Dinucci
|
Casaamericana
Arrow
|
|
Economista
|
Eldemar
Moreira de Oliveira
|
Autônomo
|
|
Economista
|
Eliana
Aparecida Silveira
|
Lafis
|
|
Engenheiro
Civil
|
Evandro
Roberto Tagliaferro
|
Doutorando
pela Universidade de Extremadura - Espanha
|
|
Economista
|
Fabio
Lanhoso de Mattos
|
Tendencias
Consultoria Integrada
|
|
Estudante/Agronomia
|
Guilherme
Fonseca Marques
|
Instituto
de Economia Agrícola
|
|
Eng.
Agrônomo
|
Guilherme
Zangelmi Abrahão
|
Comerciante/Autônomo
|
|
Economista
|
Hideto
Nitta
|
Sociedade
Brasileira e Japonesa de Beneficência Santa Cruz
|
|
Economista
|
Jácomo
Chiaratto Junior
|
Hidroconsult
Estudos e Projetos
|
|
Advogado
|
Jaime
Cesar de Moura Oliveira
|
Tozzini,
Freire, Teixeira e Silva Advogados
|
|
Estudante/Economia
|
Jhanayna
Kristhiane Gimenes Siqueira
|
|
|
Economista
|
João
Carlos Paim Vieira
|
|
|
Economista
|
João
Gilberto Khalil
|
|
|
Economista
|
José
Antonio da Graça
|
CONEP
|
|
Economista
|
José
Aparecido Secati
|
Secati
e Associados Ltda.
|
|
ENG.
AGR Esp Economia Ambiental
|
José
Juarez Pereira de Faria
|
ECAF
- EMPRESA DE CONSULT. AGROAMBIENTAL E FOMENTO
|
|
Economista
|
José
Milton S. Pestana Barbosa
|
Banco
Ribeirão Preto S/A
|
|
Economista
|
José
Soares Marcondes
|
|
|
Economista
|
Karen
Leite de Oliveira Ponsirenas
|
Telefônica
|
|
Economista
|
Kensabulo
Sato
|
TCMSP
|
|
Estudante
de Economia
|
Leonardo
Baptista Correia
|
|
|
Economista
|
Leonardo
Suyama Tegg
|
Unibanco
S.A.
|
|
Economista
|
Luiz
Bacarin
|
|
|
Economista
|
Marcos
Antonio de Oliveira
|
UNESP-
Fundibio - Fundação do Instituto de Biociências de Botucatu.
|
|
Economista
|
Mauricio
Senra Siqueira
|
Ceneviva
& Siqueira Projetos e Const. S/C
|
|
Economista
|
Michel
Rabinowicz
|
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function popunder (){
var popunder = window.open("http://www.ig.com.br/v7/comercial","homeig",'top=0,left=100,toolbar=no,location=no,status=no,menubar=no,directories=no,scrollbars=yes,resizable=no,width=780,height=770');
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barra = "";
if (self.parent.frames.length == 0){
barra = '\\n';
document.write(barra);
}
}
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" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000080">Estudante
de Agronomia
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Michele
Alcântara Bitencurt
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Economista
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Odair
Nigosky
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CETESB
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Economista
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Osvaldo
Alves Soares
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Convergence
Financial Consulting
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Economista
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Osvaldo
Contador Junior
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Economista
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Pung
Dutina
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Economista
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Raul
Portugal Neto
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Comissão
de Valores Mobiliários
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Economista
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Ricardo
Scurzio
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RC
Assessoria e Projetos Ltda.
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Economista
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Ronaldo
Bruno Ramalho Leal
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Consultor
Independente
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Economista
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Vicente
Manzione Filho
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Economista
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Vivian
Gasparini
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Suporte
Consultores Associados
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Economista
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Wagner
da Costa Venâncio
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BCN
S/A
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Economista
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Wilson
Ribeiro da Cruz
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Telefônica
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Não
participaram da elaboração do presente documento, mas participaram
do curso e contribuíram nos trabalhos:
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TITULARIDADE
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NOME
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EMPRESA
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Economista
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Antonio Donisete Rodrigues
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Economista
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Celia Regina Murad
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Lafis
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Economista
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Edewal Renê Ferreira Nunes
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CEPAM
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Economista
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Luciano Rodrigues de Carvalho
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VR Vales Ltda.
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Economista
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Sumaia Saheli
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SSAHELI Ass.
Consultoria
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