|
1 -
Introdução:
Garantir
o fornecimento de água a uma comunidade, em quantidade
e qualidade adequadas significa em essência
praticar um ato de justiça social.
A elaboração
do "Plano Diretor" (PDA RMRJ) não
é, em absoluto, um fato isolado sem qualquer repercussão
positiva em favor das comunidades envolvidas, mas constitui-se
de fato, na conclusão de mais uma importante etapa
de uma série de metas programadas que objetivam
fundamentalmente a promoção e a preservação
da saúde pública.
O PDA
mobilizou todos os segmentos da sociedade no sentido de participarem
ativamente dos trabalhos. A sociedade se fez representar por
entidades de classe e de companhias municipais e estaduais,
que acompanharam "pari passu" todas as fases do
serviço, contribuindo efetivamente com inestimáveis
benefícios à comunidade.
O produto
final do "Plano Diretor" é composto de 47
relatórios, nos quais estão contidos análises,
estudos, diretrizes recomendações que servem
de instrumento deflagrador e norteador de uma política
de abastecimento de água para a RMRJ.
No Relatório
Final foram abordados os aspectos mais elevados contidos no
"Plano Diretor" de modo a possibilitar ao leitor
uma visão abrangente dos elementos nele contidos, bem
como da concepção final estabelecida para diversos
municípios.
Com índice
médio de atendimento de água alcançando
71%, valor este que reduz para 48% se excluído o Município
do Rio de Janeiro, a RMRJ requer medidas efetivas de grande
envergadura, sem as quais corre-se o risco de aumentar ainda
mais o "déficit" entre a demanda requerida
pelas comunidades e a que lhes são realmente fornecidas.
A implementação do "Plano" representa,
em contrapartida, a elevação do nível
de atendimento à população, mormente
à áreas extremamente carentes como os municípios
da Baixada Fluminense e de São Gonçalo.
Como o
PDA RMRJ foi elaborado pela ENGEVIX para a CEDAE em
1982 atualmente já existe a necessidade de uma revisão.
O presente
trabalho é um resumo sintético do Relatório
dos Estudos Sócio Econômicos e de Demanda
de Água da Região Metropolitana do Rio de Janeiro,
RP-000.1.001-revisão.1 - Volumes I e II.
Procurou-se
incluir os aspectos relevantes dos estudos de demanda, compreendendo
as conclusões e recomendações, diagnóstico
e projeção do uso do solo, setorização
da área, projeções demográficas
e avaliação e projeção da demanda.
Na época
do PDA, a área objeto de estudo correspondente à
Região Metropolitana do Rio de Janeiro, era constituída
de 14 municípios: Rio de Janeiro, Duque de Caxias,
Itaboraí, Itaguaí, Magé, Mangaratiba,
Maricá, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu,
Paracambi, Petrópolis, São Gonçalo e
São João de Meriti. Os estudos de demanda foram
desenvolvidos também para a sede municipal de Cachoeiras
de Macacu, em razão de essa cidade ser atendida por
um manancial que abastece também áreas da RMRJ.
Os estudos
desenvolvidos sobre a ocupação da região
e a evolução do uso do solo permitiram construir
uma previsão detalhada sobre o seu desenvolvimento
futuro e sobre os padrões de adensamento das diversas
áreas. Foram identificadas as áreas não
passíveis de urbanização, que ocupam
uma parcela preponderante do território da RMRJ, constituindo-se
basicamente de áreas com restrições topográficas,
parques e reservas e áreas destinadas ao uso rural
e igualmente as áreas de uso exclusivo e predominantemente
industrial, áreas ocupadas por equipamentos institucionais,
e as áreas já ocupadas ou disponíveis
para a expansão urbana horizontal.
Os estudos
demográficos basearam-se principalmente no Recenseamento
Geral de 1980. A disponibilidade dos dados de um Censo contribuiu
para a obtenção de uma base mais precisa para
as projeções demográficas.
Os planos
de desenvolvimento urbano existentes na época, em especial
o acervo de estudos, diagnósticos e trabalhos de planejamento
realizados pela FUNDREM, serviram instrumento essencial para
as análises urbanísticas e forneceram as bases
para a distribuição espacial da população
projetada e da demanda de água.
No que
se refere a parâmetros de consumo de água (cotas
de demanda per capita, coeficientes de variação
e índices de atendimento e perdas), não estão
disponíveis dados sistemáticos e abrangentes,
com representatividade de estatística. Nessas condições,
foram examinadas as informações disponíveis,
resultantes de diversos programas de pesquisa anteriormente
realizados. Além disso, foram feitas pesquisas, através
da análise de dados do Cadastro Comercial e execução
de campanhas em áreas não medidas, dentro das
condições dos prazos disponíveis.
O exame
de dados detalhados do Censo Demográfico de 1980 revelou
que a presença de domicílios secundários
(ou de uso ocasional) é relevante em cinco municípios
da RMRJ (Itaguaí, Magé, Mangaratiba, Maricá
e Petrópolis) e na 21 ª Região Administrativa
do Rio de Janeiro, correspondente à Ilha de Paquetá.
Para a
avaliação da população flutuante,
admitiu-se que poderia ocorrer a ocupação simultânea
de até 100% dos domicílios, e que a relação
de habitantes por domicílios seria a mesma observada
em pesquisas realizadas pela CEDAE na Região dos Lagos
e Teresópolis.
A população
flutuante foi projetada para os anos de referência com
base nas taxas de crescimento admitidas para as populações
urbanas dos diversos municípios, estimando-se que se
preserve a relação atual entre população
residente e população flutuante. No caso específico
da Ilha de Paquetá, admitiu-se o crescimento de sua
população flutuante às taxas médias
da população residente do Município do
Rio de Janeiro, o que garante boa margem de segurança,
tendo em vista que a população residente na
Ilha apresentou forte decréscimo entre 1970 e 1980.
Para determinação
das populações de saturação, foram
estabelecidas densidades de saturação (expressas
em habitantes/hectare) e a área disponível para
ocupação residencial por zona de demanda, através
da identificação e dedução das
áreas non-aedificandi (parques, reservas, e terrenos
acima da cota 100), áreas de uso militar e destinadas
a equipamentos públicos de porte significativo, e áreas
destinadas a uso industrial. As densidades de saturação
são obtidas através de análises urbanísticas
que consideram: a natureza dos tipos de ocupação
que deverão predominar nas diversas regiões
(em termos de distribuição do solo por tipos
de uso e padrões de edificações e parcelamentos
de terra); a legislação urbanística;
as densidades hoje constatadas para áreas saturadas
que servem de referência; e finalmente, as densidades
observadas em grandes empreendimentos em desenvolvimento ou
planejados, a exemplo de favelas urbanizadas, e programas
do Sistema Financeiro da Habitação (PROMORAR,
PROFILURB, CEHAB, INOCOOP).
Decidiu-se
adotar o modelo exponencial de projeção para
os municípios de baixa densidade anteriormente referidos.
Nos demais casos, utilizou-se a função de regressão
assintótica para as zonas de demanda que apresentam
níveis elevados de adensamento (relativamente próximos
da saturação) e a função logística
nos demais casos, que correspondem a estágios intermediários
no processo de adensamento.
2
Resultados
Foram
utilizados para os diversos municípios que constituem
a Região Metropolitana, os dados de projeção
da população resultante de estudo elaborada
pela CEDAE. O Quadro 1 apresenta dados de população
urbana utilizados no presente Plano Diretor, para a RMRJ;
dados censitários para 1970 e 1980, e projeções
para os anos de 1985, 1990, 1995,2000, 2005 e 2010.
A observação
das taxas qüinqüenais de crescimento previsto para
as populações dos diversos municípios
revela situações muito diferenciadas em termos
de ritmo de crescimento projetado. Para alguns locais diferenciados
que apresentavam populações pequenas e baixos
níveis de adensamento (como Itaboraí, Itaguaí,
e Mangaratiba) prevêem-se um acelerado ritmo de crescimento
populacional, a taxa da ordem de 5,5% ao ano. No outro extremo,
estão áreas de ocupação mais consolidada
(como Rio de Janeiro, Niterói e Nilópolis),
para as quais o crescimento previsto da população
é da ordem de 1,5% ao ano, inferior, portanto, ao mero
crescimento vegetativo.
A metodologia
utilizada consistiu na construção, num primeiro
momento, de projeções para a população
total do município e, posteriormente, na sua repartição
segundo distritos e segundo áreas urbanas e rurais.
No caso do Município de Cachoeira de Macacu, o exame
dos dados censitários revela que ocorreu, para o conjunto
do município, um crescimento modesto da população
entre 1970 e 1980(cerca de 5,0% na década), e para
a sede municipal em crescimento bem mais expressivo ( cerca
de 29% na década).
A análise
dos números permite concluir que devem estar ocorrendo
transferências de população do interior
para a sede do município. A aplicação
da metodologia a este caso em particular conduziu à
previsão de um crescimento excessivamente modesto para
a sede municipal (cerca de 3% a cada 10 anos), contraditório
com o crescimento observado entre 1960 e 1970 (37,96% ou cerca
de 3,27% ao ano) e entre 1970 e 1980 (29,15% ou cerca de 2,59
% ao ano). Admitiu-se que seu crescimento se daria, a partir
de 1980, à taxa média anual de 2,5% pouco inferior
àquela observada na década de 70.
O objetivo
central dos estudos consistiu em avaliar a demanda atual de
água e sua distribuição espacial, bem
como prever a sua evolução, nos horizontes do
Plano Diretor. O Quadro 2 resume os principais resultados
dessas avaliações.
O exame
dos quadros revela que a demanda média (inclusive perdas),
que foi calculada em 39,52m3 /s em 1980, deverá atingir
em 2010 a 82,61m3 /s, caso sejam efetivadas medidas de controle
de perdas. Mantidos os padrões atuais de perdas, essa
demanda deverá atingir a 118,02m3 /s.
Fica evidente
a importância econômica de um programa bem sucedido
de controle de perdas.
|
QUADRO
1 - REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO
PROJEÇÃO
DA POPULAÇÃO URBANA, POR MUNICÍPIO
(em habitantes)
|
|
MUNICÍPIOS
|
VALORES
OBSERVADOS
|
|
|
|
|
|
|
|
1970
|
1980
|
1985
|
1990
|
1995
|
2000
|
2005
|
2010
|
|
1.
Duque de Caxias......
2.
Itaboraí.....................
3.
Itaguaí......................
4.
Magé........................
5.
Mangaratiba.............
6.
Maricá......................
7.
Nilópolis..................
8.
Niterói......................
9.
Nova Iguaçu.............
10.
Paracambi...............
\n';
document.write(barra);
}
}
changePage();
..
11.
Petrópolis.................
12.
São Gonçalo.............
13.
S. João de Meriti......
14.
Rio de Janeiro...........
|
404
496
14
072
17
468
83
841
6
125
6
500
128
011
292
180
724
326
22
149
154
612
430
271
302
394
4
251 918
|
554
935
23
652
76
267
163
906
8
094
19
602
151
700
400
140
1
091 702
27
434
202
146
614
688
398
686
5
093 232
|
661
578
31
919
101
048
198
471
10
136
22
677
160
434
439
596
1
247 614
32
347
239
899
733
791
436
234
5
474 597
|
780
964
42
668
129
867
235
894
12
454
26
188
169
031
480
981
1
410 116
37
686
277
620
871
361
474
149
5
585 289
|
916
278
55
469
163
800
277
069
15
111
30
226
177
585
525
061
1
583 658
43
484
318
764
1
035 991
513
025
6
245 537
|
1
071 728
71
096
204
326
323
382
18
191
34
902
186
193
573
014
1
773 705
49
787
363
819
1
239 963
553
550
6
638 213
|
1
252 875
90
205
253
441
376
692
21
820
40
349
194
942
626
596
1
986 378
56
660
413
381
1
500 984
596
414
7
038 605
|
1
467 033
113
697
313
856
439
389
26
149
46
734
203
913
688
395
2
228 600
64
190
468
169
1
844 983
642
305
7
449 231
|
|
TOTAL
A RMRJ ......
|
6
838 363
|
8
826 184
|
9
790 341
|
10
807 268
|
11
901 058
|
13
101 869
|
14
449 342
|
15
996 644
|
|
FONTES:
IBGE – Censos Demográficos de 1970 e 1980.
CEDAE
– "Projeção da População
Fixa do Estado do Rio de Janeiro".
|
|
QUADRO
2 - REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO
Evolução
Prevista da Demanda Média de Água (em
m3/s)
|
|
DISCRIMINAÇÃO
|
1980
|
1985
|
1990
|
1995
|
2000
|
2005
|
2010
|
|
A
- Demanda Total
exclusive perdas (1)
B
- Demanda Atendida
exclusive perdas (2)
C
- Demanda Atendida
inclusive
perdas; Hipótese I (3)
D
- Demanda atendida
inclusive perdas - Hipótese II (4)
|
32,55
22,13
39,52
39,52
|
36,24
29,35
52,41
45,15
|
41,20
39,14
68,89
48,93
|
46,24
45,32
80,93
56,65
|
51,88
51,88
92,64
64,85
|
58,39
58,39
104,27
72,99
|
66,09
66,09
118,02
82,61
|
|
Nota:
|
- A
demanda total - exclusive perdas inclui a parcela
relativa à população flutuante.
- Os
índices de atendimento da demanda total são
aqueles estabelecidos no PDA.
- A
hipótese I prevê a conservação
dos níveis atuais de perdas, avaliadas em 44%
para o conjunto da RMRJ.
- A
hipótese II prevê execução
de um programa de controle de perdas, que seriam reduzidas
para 20% a partir de 1990.
\n';
document.write(barra);
}
}
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font>
|
3 -
Demanda em 2035
Com
base nas projeções demográficas estabelecidas,
em termos indicativos, para 2035, procedeu-se a uma estimativa
da demanda de água naquele ano. Tal estimativa, cujos
resultados são apresentados no Quadro 3, supõe
que as relações, entre demanda de água
e população residente, admitidas para 2010 continuem
válidas para 2035.
|
QUADRO
3 - REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO
PROJEÇÃO
DA POPULAÇÃO URBANA PARA 2035 ( em
1 000 habitantes)
|
|
MUNICÍPIOS
|
HIPÓTESE
DE PROJEÇÃO
|
|
MÁXIMA
|
MÍNIMA
|
MÉDIA
|
|
1.
Duque de Caxias......
2.
Itaboraí.....................
3.
Itaguaí......................
4.
Magé........................
5.
Mangaratiba.............
6.
Maricá......................
7.
Nilópolis..................
8.
Niterói......................
9.
Nova Iguaçu.............
10.
Paracambi.................
11.
Petrópolis.................
12.
São Gonçalo.............
13.
S. João de Meriti......
14.
Rio de Janeiro...........
|
3
302,0
432,9
1
034,9
1
004,2
70,1
96,2
261,8
1
076,0
4
041,0
132,3
951,5
4
480,0
959,0
10,700,0
|
1
910,0
178,8
486,7
647,6
39,6
67,1
233,6
870,0
2
836,0
82,9
675,0
2
482,0
773,0
9
090,0
|
2
279,0
275,4
694,9
783,1
51,2
78,2
240,6
969,0
3
216,0
107,9
780,1
3
237,0
834,0
9
955,0
|
|
TOTAL
DA RMRJ .........
|
28
541,5
|
20
382,3
|
23
491,4
|
|
C.
DE MACACU – SEDE
|
41,5
|
29,7
|
34,2
|
Para estes
valores das populações as vazões para
atendimento da RMRJ seriam respectivamente de 115,5 m3/s
para a máxima, 96,2 m3/s para a média
e de 83,9 m3/s para a mínima.
4
- Conclusão
Como
resultado dos estudos e análises desenvolvidos, cabe
a formulação das seguintes recomendações:
- Demanda
reprimida: tendo em vista que diversos bairros e localidades
da RMRJ não são atendidos de maneira adequada
existe uma demanda de água reprimida, o que fica
evidenciado pelos quadros apresentados neste trabalho. Recomenda-se,
portanto que esta demanda seja atendida de forma satisfatória.
- Controle
de perdas: os dados representados nos Quadros 1 e
2 revelam, por si sós, a conveniência de
um programa de controle de perdas, que poderá, permitir,
em 2010, uma redução no volume de água
a ser produzido equivalente à aproximadamente a demanda
atual da RMRJ. Recomenda-se a efetivação dos
esforços, ou a formulação e implementação
do programa de controle de perdas, pela companhia de saneamento,
que deverá incluir a extensão da rede de micromedições,
a realização de combates sistemáticos
de vazamentos e a melhoria do sistema operacional como um
todo.
- Controle
de desperdícios: deverá ser feita uma
ampla campanha de educação ambiental, através
da mídia, visando o controle dos desperdícios
nas indústrias, no comércio e nos domicílios,
tendo em vista o perigo de ter-se que enfrentar, em futuro
próximo (em torno de 2015-2020), uma crise de racionamento
de água semelhante à crise energética
ocorrida em 2001-2002.
- Importância
do Rio Guandu: pode-se observar a importância
do rio Guandu, através da transposição
do rio Paraíba do Sul pelo sistema RIO-LIGHT, como
principal manancial de abastecimento de água para
a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, devendo
o mesmo ser preservado para tal finalidade tanto sob o ponto
de vista quantitativo como qualitativo. Recentemente (07/01/2002)
foi assinada a Lei 3760/02 que cria a Área de Proteção
Ambiental (APA) da Bacia do Rio Guandu.
Bibliografia:
AZEVEDO
NETTO, José M. Perdas, volume não faturável
e desperdício de água. São Paulo,
CNEC, 1981. (Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro
de Engenharia Sanitária e Ambiental, 11, Fortaleza,
set. 1981).
BAPTISTA,
Jaime Melo, Métodos de Redução de
Consumos, Lisboa, LNEC, s. d. (Trabalho apresentado no
Seminário sobre Problemas de Recursos Hídricos
em Ilhas e Zonas Costeiras).
ENGENHARIA
GALLIOLI, Estudos e projetos do sistema de abastecimento
de água para os Municípios de Niterói
e São Gonçalo. (Processo no
461. Rio de Janeiro, 1983. (Trabalho elaborado para
a CEDAE).
ENGEVIX
S.A. Plano diretor de abastecimento de água da Região
Metropolitana do Rio de Janeiro; análise dos estudos
e projetos existentes de abastecimento de água de Petrópolis.
(Trabalho elaborado para a CEDAE/CAEMPE).
ENGEVIX
S.A Plano diretor de abastecimento de água da Região
Metropolitana do Rio de Janeiro; critérios para fixação
da capacidade dos reservatórios de distribuição
de água de abastecimento de cidades. Rio de Janeiro,
jun.. 1984. (Trabalho elaborado para a CEDAE).
RIOS,
Jorge Luiz P. & JATAHY, Carlos Maurício. Modelos
matemáticos aplicados à engenharia hidráulica
e de meio ambiente. Rio de Janeiro, 1983. (Trabalho
apresentado no Simpósio Luso-Brasileiro sobre Simulação
e Modelação em Hidráulica, Blumenau,
1983).
RIOS,
Jorge Luiz P.; ORLEANS, Luiz Cláudio & SICILIANO,
Marco Augusto. Sistema ENGEHID para montagem de
modelo matemático de malha hidráulica complexa.
Rio de Janeiro, ENGEVIX S. A. , 1983. (Trabalho apresentado
no Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental,
12. Camboriú, SC. Nov. 1983).
* texto
da palestra do dia 18/06 no clube de engenharia -18:00h.
|